Autor: studart

Como surgiu Luis Favre, o namoradino da dona Marta?

por Carlos Ilich Santos Azambuja           Felipe Belisario Wermus, argentino de nascimento, é dirigente (ou foi, como ele diz) do grupo trotskista Quarta Internacional/Centro Internacional de Reconstrução (QI/CIR), organização constituída em 1981, na França, com a finalidade de coordenar internacionalmente uma corrente do trotskismo.          O grupo trotskista francês Corrente Socialista Internacionalista é a seção majoritária e, portanto, detém a hegemonia dentro da QI/CIR. Felipe Belisario Wermus é (ou foi, como ele diz), da direção dessa Corrente.          A QI/CIR possui seções trotskistas vinculadas em mais de 50 países, entre os quais o Brasil (corrente O Trabalho na Luta pelo Socialismo, que atua dentro do PT).          Felipe Belisario Wermus esteve no Brasil, pela primeira vez, em 1973. Depois, viveu aqui algum tempo, nos anos 80, e posteriormente em Paris, onde era radicado, tendo como companheira a brasileira Marilia Furtado de Andrade (filha de Gabriel Andrade, um dos sócios da empresa Andrade Gutierrez) também trotskista e, na época, dirigente de O Trabalho na Luta pelo Socialismo. Diz-se amante da música clássica, das artes culinárias, cinéfolo e político.          Comenta-se que quando das eleições presidenciais de 1989, Felipe Belisario Wermus teria sido o intermediário no recebimento e administração dos recursos  financeiros repassados ao Partido dos Trabalhadores por várias empresas, inclusive a Andrade Gutierrez.          Felipe Belisario Wermus, apesar de estrangeiro, é, desde 1986, assessor da Secretaria Nacional de Relações Internacionais...

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Por uma tomada de “ligar” e “desligar” emoções

 Amei esta imagem. Inspiradora. Seria real ou criação da arte humana? Descobri ser uma foto das Torres Del Paine, Patagônia Chilena. Curioso: estive ai anos atrás. Com um grupo de desconhecidos. Em um momento emocionalmente frágil. Não curti. Não gravei. Seria bom se houvesse tomada de “ligar” e “desligar” das nossas emoções. Assim conseguiríamos achar sublime todas as paisagens, seres e eventos do...

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Número de camponeses mortos no Araguaia pode chegar a 31

Pesquisador aponta que 76 pegaram em armas ou apoiaram guerrilheiros (Reportagem publicada por “O Globo”, edição de domingo, 12 Abril 2014, pág 11) por Cleide Carvalho SÃO PAULO — O número de camponeses que tiveram participação ativa e morreram durante a Guerrilha do Araguaia, entre 1967 e 1974, pode ser maior do que consta em registros históricos. A tese de doutorado apresentada à Universidade de Brasília (UnB) em fevereiro pelo jornalista e historiador Hugo Studart reúne 31 nomes de camponeses mortos e de dois desaparecidos na guerrilha. Apenas as 12 mortes apresentadas como casos consolidados — com histórias conhecidas por militantes de direitos humanos e moradores da região — representam o dobro do número de camponeses do Araguaia listados pela Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, da Secretaria de Direitos Humanos. Segundo o coordenador da Comissão, Gilles Gomes, dos 148 desaparecidos políticos brasileiros, 70 participaram da guerrilha, dos quais 64 eram militantes políticos e seis eram camponeses. Segundo Studart, os nomes que emergem da pesquisa mostram que 76 camponeses pegaram em armas ou serviram de “apoio forte” aos guerrilheiros — ou seja, ajudaram as forças guerrilheiras conscientes do que estavam fazendo, arriscando suas vidas. É quase o mesmo número de militantes comunistas, que somavam 79 quando os conflitos começaram, em 1971. — Meu objetivo foi montar o quebra-cabeças de informações e dar voz aos anônimos e esquecidos. Os camponeses...

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